À esquina das ruas.
Todo em vidraça.
Uma sala sombria.
Gente cinzenta
que entra
e que passa.
Cheira a café,
Como em Belém.
Faz gelo lá fora.
Mas Torre e o Tejo...
Não tem!
quarta-feira, dezembro 20, 2006
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poesia,arte,música, filosofia,história,reflexões, registos do dia que passa
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