sexta-feira, maio 11, 2007
Ao Cavalo
Como és belo
a correr, à solta,
em Primavera verde
ao sol de Maio!
Que chama acesa,
de crinas fartas,
te esvoaça
nesse pescoço esbelto
de aladino!
Como um barco lesto,
de vela panda,
sobre as ondas
em baloiço,
serpenteias,
em saltos largos,
ondulantes,
ao sabor da tua sorte
pelos prados,
pelas boninas!
Tens porte altivo
de nave louca,
sobre o mar,
mas não consegues esconder
a brandura desse olhar,
inundado de ternura!
A força hercúlea
que te sustenta
não te serve para matar
como fazem teus rivais...
Com ela, pronto,
prazenteiro,
te dás inteiro
ao teu senhor!...
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