Junto ao mar,
eu e o sol,
o vento e o tempo,
sempre a voar.
Riem as ondas
que chegam,
em gargalhadas de espuma.
Parecem duendes,
fogem espantados
da noite infinita,
e negra,
deitada
entre o céu e o mar.
Salpicam no ar
notas agudas
dum piano...triste.
Parece chorar.
Ao lado,
um menino calado
lambe um gelado,
ao pé da mamã.
É a vida em verão,
que escorre
entre o céu
e o chão...
Paredão da Caparica,2005
terça-feira, janeiro 23, 2007
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário