Chegam vozes à toa
da tona
deste lago triste.
Queria ser mar...
Brande zangado o vento
sobre este lago morno.
De tão manso,
não enfurece.
Ruge ao alto o sol
contra a teia cinza.
Cobre o lago
e não aquece.
Correm lestas as horas
com tanto sossego
e tanta paz
que jamais esqueço...
Ville Neuve de la RAHO, 2001
quinta-feira, janeiro 18, 2007
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2 comentários:
Olá!!!
Obrigado pela tua visiya e também pelas tuas palavras!!!
Eu também gostei muito do teu cantinho!
Parabéns!
Ah! Já tenho lá outra coisinha!!!
Tudo de bom!!!
:))
é muito bonito o novo poema.
parabéns.
JG
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