sexta-feira, fevereiro 09, 2007
Da Torre de Berlim
Do alto desta nave
que ronda mansa,
à roda de Berlim,
ao lado dos aviões,
Um mar de casas,
a perder de vista,
repousa, mudo,
lá no chão,
sob as nuvens
e sob o céu.
Rios mansos,
em voltas doces,
levam longe,
barcos chatos,
batelões.
Ruas largas,
como serpentes,
escorregam,
extensas,
carregadas,
de carrinhos
e camiões.
Mil comboios,
coloridos,
fervilham
como brinquedos,
de criança.
Torres altas,
campanários,
gruas esguias,
chaminés,
fumo negro,
fumo branco,
e mil segredos,
em bosques verdes.
Gente viva,
que se não vê,
sonha e vive,
como eu,
aqui sentado,
ao pé do céu...
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