Por minha mão,
em segredo,
um dia,
decidi fazer
meu avião.
Com um cordel,
prendi-lhe
as asas,
largas,
de muito sonho,
ao cokpit
dum girassol.
Uma andorinha,
por sinal,
minha vizinha,
emprestou-me
a hélice.
E o trem,
um caracol.
O motor potente
fui buscá-lo
a um carrocel.
E a um circo
que ali havia,
os pedais,
em fantasia.
Atestei o depósito
De alegria.
E,certo dia,
ao nascer do sol,
batendo as asas,
a toda a força,
pedais a fundo,
como um louco,
muito leve,
em euforia,
pus-me a dar
a volta ao mundo...
segunda-feira, fevereiro 26, 2007
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