Dormem em pé
árvores verdes,
de hirtas raizes
e tronco esguio,
cravados no chão.
Nuas paredes,
pintads de cal,
guardam janelas
e a porta cerrada
duma casa calada.
De silêncio,
em manta,
se cobre
e respira.
Não sei
se morta,
se hiberna,
ali mora,
mirrada,
a ciência da terra.
terça-feira, fevereiro 20, 2007
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2 comentários:
Obrigada pela visita oa nosso cantinho. E parabéns pelo teu blog. Gostámos muito dos poemas que lemos...
Passa pelas sessões de Poesia Vadia e vem partilhar connosco os teus trabalhos.
Cá esperamos por ti.
Olá!!
Gosto do teu sentir!
Beijito!
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